 | Só para loucos...... | Jul 20, 2007 |
Bem vindos ao espaço na internet dos Vagalhões da Ponta - Santos/SP |  | Diversas fotos de Angra dos Reis/RJ durante a estadia no fim de semana para a competição do Colégio Naval. |
| Start: | Oct 14, '07 3:00p | | Location: | Rio de Janeiro/RJ |
Para a 62ª Regata Escola Naval, que ocorrerá em 14 de outubro de 2007, estão programados diversos eventos e, como nos anos anteriores, esperamos bater os recordes conquistados em 2006 . http://www.gven.org.br/2007/index.htmCLASSE I DUPLO JUNIOR Nº NOMES DOS COMPETIDORES EQUIPE TEMPO COLOCAÇÃO 21 CAETANO / GRIBEL MB 1.11'13" 1º 97 BRUNO FREITAS / IAGO LOPES ACOAR 1.19'46" 2º 96 MIRÃO / BRANDÃO MB 1.25'33" 3º 74 VITOR TELES / GUSMÃO MB 1.29'31 4º 37 DIMITRI / FLORENTINO MB 1.31'55" 5º CLASSE I DUPLO SÊNIOR 98 CLAUDIO MOREIRA / VINICIOS MOREIRA ACOAR 1.05'26" 1º 17 WALTER GOMES JUNIOR / MARCELO B. MARTINS TR/SANTOS 1.06'36" 2º 121 ANDRÉ / KRSTIC MB 1.09'11" 3º 2 WILLIAM / FÁVARO MB 1.09'52" 4º 45 LIMA / RODRIGO ALMEIDA MB 1.11'30" 5º 18 THIAGO / AVRAMESCO MB 1.18'02" 6º 19 MOULIN / PARREIRA MB 1.18'12" 7º 122 PEREIRA / ALMEIDA MB 1.20'35" 8º CLASSE I DUPLO MASTER 138 PAULO MOTÉ / RICARDO DANTAS MB 1.08'22" 1º 53 GUSTAVO G. WESGUEBER / AUGUSTO CARLOS M. LIMA FECAERJ 1.10'19" 2º 31 EVANER COSCIA / JOSÉ CARLOS de SOUZA(SM) TR/SANTOS 1.15'58" 3º 89 MANOEL GIL ROJO / CARLOS R. LIMA TR/SANTOS 1.24'18" 4º 52 EDIVALDO FERNANDES / EDMAR FERNANDES ACALINO DESCLAS. CLASSE I DUPLO MISTO 59 CARMEN LUCIA SILVA / UELINTON OLIVEIRA ACOAR 1.04'38"
CLASSE I INDIVIDUAL JUNIOR MASCULINO 56 EDIVAN VIEIRA ACALINO 1.14'45" 1º 143 LUIS FERNANDO LOPES ACALINO 1.18'58" 2º 4 VINICIUS VIEIRA MB 1.22'05" 3º 26 VINHAS MB 1.24'47" 4º 124 LUIS FELIPE ALMEIDA ACOAR 1.24'49" 5º 60 ARIELSON MB 1.29'16" 6º 142 VICTOR MB 1.34'40" 7º 105 FRUTUOSO MB DESCLAS. CLASSE I INDIVIDUAL SÊNIOR MASCULINO 94 PEDRO PAULO ACALINO 1.07'27" 1º 25 FERNANDO LIMA ACALINO 1.09'30" 2º 93 BENASSI MB 1.11'08" 3º 112 PAULO JUNIOR ACOAR 1.16'40" 4º 87 CELSO MB 1.22'22" 5º 85 MARÃO MB 1.23'31" 6º 146 DANILO FONSECA BALBI FECAERJ 1.23'38" 7º 5 RANULPH MB 1.44'14" 8º 132 HIRT MB 2.00'15" 9º 22 MARCUS AGUIAR MB DESCLAS. 65 RICARDO FREITAS ACOAR DESCLAS. CLASSE I INDIVIDUAL MASTER MASCULINO 131 EDNEDER SOARES ACALINO 1.09'30" 1º 10 HUMBERTO SANTANA ACALINO 1.10'03" 2º 95 HIEL GESÃ ACOAR 1.15'38" 3º 101 FABIO ROCHA ACOAR 1.20'23" 4º 78 WAGNER LUIS H. LIMA TR/SANTOS 1.21'37" 5º
CLASSE I INDIVIDUAL SUPER-MASTER MASCULINO 51 ANTONIO CORTÊZ ACALINO 1.12'45" 1º 104 RICARDO MORAES MAIA ACOAR 1.23'12" 2º 23 ARI ANTONIO ACALINO 1.23'38" 3º CLASSE II JUNIOR MASCULINO 28 WALTER MOREIRA MB 1.29'15" 1º 72 JUSSAN MB 1.34'12" 2º 24 BEVICTORI MB 1.36'39" 3º 15 ERIC INÁCIO ACALINO 1.44'23" 4º CLASSE II MASCULINO OPEN 20 VALDIR DE CARVALHO ACALINO 1.17'41" 1º 64 TAFFAREL DA COSTA ACALINO 1.18'11 2º 141 RAFAEL DE CARVALHO ACALINO 1.21'21" 3º 130 ARTHUR MORAES MB 1.25'24" 4º 13 LEONARDO ARAÚJO MB 1.25'45" 5º 48 THIAGO MENEZES MB 1.27'23" 6º 62 ARAÚJO MB 1.27'47" 7º 55 LUIS ANTONIO MB 1.28'08" 8º 66 LUIS MICHIO SHIMIZU TR/SANTOS 1.31'46" 10º 44 WEITZEL MB 1.32'12" 11º 86 GUSTAVO MELLO MB 1.32'55" 12º 50 LEÔNIDAS MB 2.02'29" 13º 83 NACARATTI MB DESCLAS. CLASSE III JUNIOR MASCULINO 16 JHONI CLEITON ACALINO 1.27'09" 1º 40 RAMIRES MB 1.30'17" 2º 99 ROGÉRIO FRANCISCO RICARDO ACALINO 1.33'33" 3º 84 ARYTAN MB 1.35'41" 4º 106 ANDERSON JOSÉ DA SILVA ACALINO 1.36'13" 5º 148 HERRERA MB 1.42'20" 6º 91 FONTES MB 1.44'59" 7º 61 SHERMAN MB DESCLASSIF. CLASSE III MASCULINO OPEN 42 JOSÉ ANTONIO DA GUIA ACALINO 1.17'40" 1º 113 JOÃO PAULO CAETANO ACALINO 1.24'10" 2º 32 FABIANO MB 1.30'21" 3º 35 VENTURA M MB 1.30'41" 4º 63 CHIOZZO MB 1.31'40" 5º 82 LAPORT MB 1.38'00" 6º 67 SILVA BARROSO MB 1.38'58" 7º 147 IVAN MB 1.40'20" 8º 6 ALEXANDER F. SANTOS R. BARBOSA TR/SANTOS 1.40'34" 10º 137 WILLIAN DUARTE MB 1.41'45" 11º 77 KLEBER G.BORGES DOS SANTOS TR/SANTOS 1.43'18" 12º 134 JEFFERSON C. SESTARO TR/SANTOS 1.44'13" 13º 115 SÉRGIO ALVAREZ TR/SANTOS 1.44'31" 14º 111 OGNIBENE MB 1.45'12" 15º 120 OLIVEIRA TORRES MB 2.00'20" 16º 149 LUIS PAIXÃO MB 2.02'26" 17º 116 ZAMITH MB 2.02'27" 18º CLASSE III JUNIOR FEMININO 71 VITÓRIA DE OLIVEIRA ACALINO 1.42'26" 1º 73 GEANE CAETANO MENDES ACALINO 1.42'40" 2º 133 BIANCA CRISTINA SARZI ACALINO 1.45'24" 3º CLASSE III FEMININO OPEN 7 ELLEN FERNANDES ACALINO 1.37'15" 1º 46 JULIANA VIEIRA ACALINO 1.58'25" 2º 150 DANIELA MATTIAS PEREIRA TR/SANTOS 2.09'00" 3º
TOTAL DE CANOÍSTAS = 94 TOTAL DE CAIAQUES = 113 PARTICIPANTES: SIGLA COMPETIDORES ASSOCIAÇÃO DE CANOAGEM OCEÂNICA DE ANGRA DOS REIS ACOAR 12 CARAGUATATUBA ACALINO 24 TURMA DO REMO DE SANTOS TRS/FUPES 12 FEDERAÇÃO DE CANOAGEM ESTADO DO RJ FECaERJ 3 MARINHA DO BRASIL(CN/EM) MB 62 |  | 28ª Regata do 56º Aniversário do Colégio Naval em Angra dos Reis/RJ
Waltinho e Patusca - 2º duplo masc. Evaner e ZKrlos - 3º duplo masc. Daniela - 3º feminino |
Em parceria com a Turma do Remo (www.turmadoremo.com.br) e contra tudo e todos, os Vagalhões da Ponta conseguiram chegar em segurança à Angra dos Reis/RJ e levaram medalhas para casa! No duplo sênior, os remadores Waltinho e Patusca levaram a prata pelo segundo lugar. Já na Master, o pessoal da Turma do Remo, Evaner e ZKrlos, levaram o bronze e na categoria feminino sênior a Daniela levou o terceiro lugar. Depois de muita estrada, cansaço, horas acordados e uma longa remada, chegar em Santos com medalhas é uma alegria imensa para todos que foram! Vejam no album de fotos algumas imagens de Angra dos Reis. Como sempre tudo nas coxas, os Vagalhões estão se preparando para ir competir na 28º Regata do Colégio Naval em Angra dos Reis. Praticamente tudo certo na parceria com a Turma do Remo, nossos barcos devem ser carregados na carretinha na quinta feira (16/08) e os atletas saem na sexta feira (17/08) para chegar em Angra de madrugada e a competição tem largada às 08h20. Para maiores informações sobre a prova, que infelizmente não há mais possibilidades de inscrições, basta acessar o site do Colégio Naval: https://www.mar.mil.br:443/cn/eventoscn.htm Boa sorte à todos Vagalhões e à Turma do Remo! Sexta 16 de setembro de 2006. Fim de tarde, temperatura beirando os 40 graus, vento morno de noroeste, mar liso e água quente. Remando tranqüilo rumo a praia de Jaguaregava e encontrando no caminho o Alexander(Biso),e o Kleber (Peco), dedicados e assíduos canoistas. Profissionais liberais, comerciantes, estudantes e vagabundos mesmos que viciados pela natureza não desprezam ficarem encaixados em seus caiaques, jogando tudo para o ar em troca do mar. Por volta das 17:30, estavam no Jaguaregava, dois remadores e eu. Preferi ficar como sempre na minha "poltrona" de rocha, perto das pedras, alinhado de frente para assistir, pela enésima vez, o renovado prazer do por do sol. Perto das 6:00, percebi algumas nuvens, com formato que os pilotos de avião, ensinam a decifrar, como de mau tempo. Prenuncio de mau tempo, será? De repente a brisa muda de cor e temperatura, e de longe no mar liso, uma camada do mar distante ficava encrespada. Terceiro sinal, agora o alarme soou. Voltando ligeiro para junto do caiaque, meus dois companheiros já devidamente assustados, decidiam se ficavam ou voltavam. Propus voltarmos, se corrêssemos daria tempo. O sol que ia se pondo, sumiu de vez, na primeira "esquina" antes do costão, rajadas impressionantes levantavam ondas de 1 metro. Gritamos uns aos outros, vamos em frente, e então começou a montanha russa. Sem saia e só eu de salva vidas, nós três, seguimos em fila indiana nesse novo tobogã marítimo alucinado. O vento jogando contra as pedras, entrava de popa, forçando o (des)controle com o remo para travar e acertar o rumo. Derrapando de lado, água entrando, subindo e descendo, a cada 5 remadas uma Ave Maria. Um deles, mais assustado, foi consolado por nós, que dizíamos que na outra "esquina" onde está a Nossa Senhora dos Navegantes, estaria mais abrigado do vento, era só chegar até lá. Com a adrenalina a mil, força nos remos e sorte conseguimos dobrar a virada da Santa e recuperar o fôlego e a arritmia. Junto das pedras, beirando a praia do Cheira Limão, já escuro, ainda deu para ver um caiaque amarelo, que supus ser de outro canoistas, mais experiente. Gritei para ele, sem resposta, e, seguimos nós três ate a praia do Góes para estudar a situação e fazermos uma nova tática de chegada. Agradecendo a Deus pela terra firme, escoamos os caiaques, e comentamos a rapidez da mudança do tempo. Não tínhamos resposta de como conseguimos passar por essa corredeira maluca e alucinada, transformando um fim de tarde calmo numa situação de alto risco. Decidimos, como estratégia, costear mais e irmos pela última reta até o Forte. Nisso chega o quarto canoista e juntando-se a nós, trocamos impressões e seguimos adiante. Até aqui, como mais velho e incentivando os dois garotos, me sentia mais confiante e responsável. Com a chegada do canoistas com 20 anos de remo, bateu uma insegurança. Ele foi à frente, eu em segundo e os dois garotos logo atrás. AÍ entramos numa armadilha sem volta. A porra do vento entrando forte no canal, ganhava força no afunilamento, levanta onda e spray para todos os lados. Tentei voltar, quase capotei, fiquei gelado. Gritei para os dois retardatários para seguirmos em frente com o maximo cuidado. O líder seguia a 20 metros, quando de repente, com uma total falta de respeito e consideração, o sacana do sudoeste, vira do avesso nosso novo líder. Tentando fazer a rolagem sem sucesso, arranca a saia e o barco fica meio afundado. Agora fudeu. Para aterrorizar um pouco mais, vi um caiaque duplo branco espetado de pé nas pedras do lado do forte. Pensei isso não vai dar certo. Tomando todo o cuidado, usando o remo como apoio, o vento jogava para frente e as ondas empurravam para o lado, desequilibrando como um peão em rodeio. Passei pelo naufrago, percebi que todos estávamos sendo empurrados para dentro do canal, e torci para que a reconhecida experiência dele prevalecesse nesse teste de fogo molhado. Até agora não entendi como eu e os dois garotos conseguimos, atribuo a Yemanjá a concessão milagrosa. Virei na curva do forte, de lado e escorregando cheguei na ponte das pedras, joguei o caiaque em cima e corri para o costão para acompanhar o parceiro virado e afundado. Gritei de novo para ele tentar sair da correnteza que jogava para o meio do canal, e vi assustado um baita navio escuro entrando...se ele fosse para o meio, a coisa ia complicar mais ainda. Voltei para o caiaque, e disse para os dois rapazes, irem beirando a praia protegidos e parar no píer do Internacional. Remei para junto do naufrago e começamos a estudar os planos a,b e c. Primeiro tentamos com a espuma tirar a água embarcada, difícil alem de estar muito cheio o vento carregou a esponja para longe. Tentamos varias manobras de desvirar, travando os dois caiaques sem sucesso, as ondas batiam forte. Fomos para junto de um barco ancorado para subirmos e desvirarmos o caiaque, não dava, o vento e a correnteza não permitiam. Começamos a tentar rebocar e empurrar para terra, eu forçando nos remos e ele nadando com força, não saiamos do lugar. Isso durou 40 minutos de agonia. Mesmo trocando frases de incentivo, deu para perceber a fisionomia branca como cera dele n´agua. Sugeri o ultimo recurso, joguei meu salva vidas para ele, e disse que ia para o meio do canal chamar por socorro, já que vi barcos pesqueiros voltando. Ele topou na hora, para minha maior preocupação. Parti para cima do primeiro pesqueiro, alinhei como podia no sobe e desce da ventania, mas deu para dizer que meu amigo precisava de ajuda, os dois tripulantes balançavam a cabeça, eu implorando, eles seguindo em frente, tentei ver o nome meio encoberto, "Bom Samaritano....." perplexo, com a falta impensável de solidariedade, pensei " bom filho da mãe" isso sim. Quase capotando, virei de bordo, e me alinhei com o segundo pesqueiro. O nome era encorajador: "Aleluia", mas prevenido com a desilusão do mal samaritano, fui mais contundente, meu companheiro estava afogando. Expliquei a gravidade da situação, remando lado a lado, fugindo de uma batida lateral, sem salva vidas, pensei agora é tudo ou nada. Ele seguiu em frente..... De repente, quando estava voltando para junto do naufrago, percebi que ele tinha largado o caiaque e lutava sozinho no meio do canal, pensei vou pedir para agarrar na popa e tentarmos sair remando para a praia. Nisso percebi que o Aleluia, tinha feito a manobra de retorno e vinha na nossa direção, Graças a Deus. Jogaram um cabo, prendi nos dentes, subindo e descendo, eles gritando a bordo para eu me afastar do popa alta e perigosa, ai o cabo engancha em volta do meu caiaque, deu para pensar, essa porra não acaba mais??? soltei o cabo e recomeçamos a manobra. Com a experiência de marujos, eles foram se aproximando com cuidado do naufrago e conseguiram laçar pela cintura, o exausto e pálido remador. Quando subiram ele a bordo, gritei de alegria, meu remo caiu na água, emborquei mas consegui ir pegar o remo. Fui remando com cuidado para o centro náutico do Internacional, cheguei com os dois garotos esperando e o gentil dono da garagem. Falando sem parar, disse que ia atravessar de volta, quase apanhei, desisti e me acalmei. A adrelina finalmente começou a baixar. Resumo, todos salvos, cansados e agradecidos pela concessão divina, que mais uma vez permitiu seguirmos em frente. Esse relato, longe de qualquer ato de bravura é uma pequena homenagem para meu querido e amado caiaque, que aguentou firme em todos os momentos e para pensarmos juntos sobre as lições e experiências que devemos tomar para evitar novos sustos. O resto é soltar as amarras e aguardar o tempo bom para novas remadas. |  | Dia de maré alta, mar mexido e o tronco do Cheira Limão saiu do lugar com a força da água... e claro, os Vagalhões presentes! |
A Semana começou com o tempo fechado, o sol apareceu muito pouco e o frio predominou em Santos. Parece mentira, mais não é, até em Santos faz frio, um frio que nós santistas não estamos acostumados. Na quarta-feira foi dia de fazer reparo nos barcos, depois de um final de semana com muitos VAGALHÕES, e muitos arranhões depois que dois Vagalhões da Ponta quase afundaram um caiaque perto da praia do Góes tivemos que fazer vários reparos. Já aproveitando a ocasião fizemos uma reunião em terra, na garagem do Vasco para programar o final de semana. Os Vagalhões que passaram por momentos difíceis no final de semana relataram que a maior dificuldade era estar sem a saia de proteção, pois o mar estava muito mexido e por isso entrava muita água no caiaque. Depois de muito cansaço e com muita água dentro do caiaque, eles conseguiram tirar o caiaque do mar para as pedras, entre a Quarta Dura e a Praia do Góes. Lá eles fizeram um rango e passaram a noite, o mar deu uma acalmada e eles foram embora de manhã cedo. Graças à experiência dos Vagalhões da Ponta nada de grave aconteceu. Nós Vagalhões aconselhamos a todos que é muito importante o uso da saia e do colete, de noite uma luz para sinalização, pois algumas lanchas passam muito rápido principalmente na entrada do canal do porto, próximo ao Píer dos Pescadores. Falando no Píer dos Pescadores, alguns Vagalhões pedem a compreensão dos pescadores. Por diversas vezes passamos ali para seguir em direção a praia, e eventualmente a linha enrosca nos caiaques e alguns pescadores não entendem que isso acontece sem querer, ainda mais com a linha de nylon que é muito difícil de ver. Esperamos o sol no final de semana, mas a previsão é de tempo fechado e chuva. Com chuva ou sol estaremos lá para mais um final de semana de remada, com tudo que temos de direito. Vagalhões da Ponta –Santos – SP Jefferson e Danilo - Vagalhões da Ponta - Remando caiaque em direção ao Cheira Limão partindo do Clube Vasco da Gama em Santos
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Pequenos reparos nas embarcações dos Vagalhões da Ponta - Santos/SP
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|  | Mais fotos do Luau dos Vagalhões da Ponta no Sangava |
|  | Pequenos reparos nas embarcações dos Vagalhões da Ponta - Santos/SP
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Vagalhões acampados na praia do Sangava, muita água, fruta, bolacha, miojo e frio!
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Vagalhões acampados na praia do Sangava, muita água, fruta, bolacha, miojo e frio!
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